Num domingo do século passado, na varanda da minha casa em Angola, deu-se à manivela da grafonola, para se ouvir um disco, que fazia parte de uma coletânea do folclore Angolano.

O pessoal foi-se juntando ordeiramente, nos muros de pedra, sempre com o cuidado de não pisar a relva, para ouvir aquela música. Era música da terra deles, onde foram Contratados para trabalhar noutra terra.
Hoje entendo que a sensação deve ter sido a mesma do Português que ouviu cantar o Fado em Paris

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